17 de fevereiro de 2011

FÓRUM EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SE REÚNE DIA 23/02

No dia 23 de fevereiro (quarta-feira), ocorrerá o Ato de Lançamento do Fórum em Defesa da Educação Pública de Qualidade, às 14h, no auditório 71 da UERJ. O Fórum foi lançado durante o Seminário de Educação do Sepe, em novembro do ano passado; participam representantes de entidades diversas ligadas à área educacional, movimentos sindicais, trabalhadores sem-terra, educadores das redes públicas e das universidades, estudantes secundaristas e universitários. A criação do fórum é uma prova de que educadores e movimentos sociais estão unidos para rearticular a luta pela educação pública e de qualidade em nosso estado.

Os últimos indicadores internacionais e nacionais evidenciam o que educadores e sindicatos dos profissionais de educação já dizem há muito tempo. As políticas públicas para a escola básica e para a Universidade caminham para precarizar ainda mais as relações de trabalho , de ensino e de produção acadêmica. As mazelas resultantes da aplicação dessas políticas explodem no dia a dia nas escolas e universidades e exigem de nós uma reação conjunta e coordenada .

Já o Ipea, recentemente (ver matéria neste site) anunciou uma pesquisa em que comprova que o investimento em educação pública é o que mais reverte para o crescimento do PIB, se comparado com os demais gastos vitais, como saúde e transporte.

O Sepe está à frente dessa construção e aponta a atividade do dia 23 de fevereiro de 2011 como início de nossas campanhas salariais, mas também como um marco na unidade em defesa da educação.

Assembleia de ontem- SEPE

Foi aprovado na assembleia de 16 de Fevereiro,

que será enviado um ofício pedindo audiência do SEPE

com a prefeita do município seus secretários de educação e administração

para fazer avançar o que tinha sido encaminhado inicialmente com o último prefeito

Nelson Nahim.

As pendências são em relação ao Fundeb; Plano de Cargos e Salários, com débito retroativo; Concurso de 2008; Eleições para diretores de escolas e outras questões.



Nova assembleia foi marcada para 30 de Março 2011.

16 de fevereiro de 2011

É HOJE!!!

Hoje será realizada a assembleia e ato público da categoria da educação municipal, às 17 horas, em frente à Câmara de Vereadores de Campos.

Será feito o lançamento da campanha:

FUNDEB NÃO É SALÁRIO.

É VALORIZAÇÂO PROFISSIONAL!

Além disso a pauta consiste, além do FUNDEB, em reivindicação de convocação dos concursados de 2008, eleições diretas para diretores de escola, PCCS, etc.

Todos lá!

Juntos somos mais fortes!

Graciete Santana
Coordenadora Geral do SEPE/Campos

15 de fevereiro de 2011

MAIS DE 300 PESSOAS NA ASSEMBLEIA DO ESTADO DECIDEM PARALISAR EM 31/03

Na primeira assembleia da rede estadual deste ano, mais de 300 profissionais compareceram hoje (dia 12/2) à ACM para dar o pontapé inicial da campanha salarial 2011. Um calendário foi aprovado, tendo como principal data uma paralisação com marcha da educação no centro do Rio no dia 31 de março (quinta-feira). A assembleia decidiu as duas principais reivindicações da campanha: antecipação do pagamento da gratificação do Nova Escola e reajuste emergencial de 26% para repor as perdas salariais.

O mote da campanha será: valorização salarial garante a qualidade na educação.

Abaixo o calendário:

23/02: participação no ato do Fórum de Defesa da Educação;

14 a 25 de março: atos descentralizados nos núcleos em prepararação à marcha;

31/03: paralisação de 24 horas com marcha no centro do Rio.

14 de fevereiro de 2011

Qual é o papel social da escola?


Diante das mudanças sociais e econômicas, a escola está em fase de mudança de seus paradigmas, dentro da premissa básica de seu papel primordial que é formar para a cidadania.
Se, por um lado, a escola tenta responder às demandas da comunidade, por outro tem que corresponder aos anseios burocráticos do sistema que impõe uma série de atividades sem sentido real, dentre elas o preenchimento de fichas e papéis desconexos com o processo de aprendizagem.
Dessa forma a escola busca incessantemente construir sua identidade em meio aos avanços e às mudanças que vão desde o modo de agir e pensar das pessoas, que afetam as relações familiares, até os avanços tecnológicos que, na maioria das vezes, estão bem distantes da sala de aula.
A primeira instância da criança é a família, no entanto esta tem atribuído à escola quase toda a finalidade de educar. Os sistemas de educação, por sua vez, impõem as regras, estabelecendo mecanismos de controle visando adequar-se às novas demandas. Em meio ao “jogo de empurra” está o professor que também tem buscado construir sua identidade dentro desse processo.
O sistema arcaico, falido, inadequado e desorganizado que ainda insiste em operar e gerir os rumos da educação, desestimula o profissional ao sufocá-lo com atribuições burocráticas que não geram reflexão sobre a própria prática pedagógica.
Se, como diz Moreto (2011),"a função social da escola é formar gerentes da informação e não meros acumuladores de dados”, por que o sistema educacional “organiza” e desorganiza os discentes em dados, com base em números, enchendo cada vez mais as salas de aulas que perdem a qualidade do aprendizado e desmerece o trabalho do professor?
Estaria, então, ultrapassado o sistema?
E o professor, a quem deve atender: à burocracia do sistema ou fazer com que respeitem sua autonomia docente para que seja possível trabalhar dentro dos preceitos de uma educação que forma realmente cidadãos?
E o papel da escola, alguém já conseguiu definir qual é, nesse momento?
O fato é que a escola, como espaço formal de educação, se vê obrigada a atender as exigências dos sistemas de ensino e ao mesmo tempo é cobrada para que se afirme como instituição sólida de educação para a cidadania viabilizando o preparo dos alunos, futuros cidadãos, ante às transformações sociais.

11 de fevereiro de 2011

ESCOLAS RURAIS TERÃO RECURSOS PARA OBRAS DE INFRAESTRUTURA

ASCOM - MEC (Brasília) Escolas públicas municipais situadas na zona rural que atendem alunos das séries iniciais do ensino fundamental em classes multisseriadas vão receber recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para pequenas obras de infraestrutura. A previsão é de que até o final deste mês sejam liberados os recursos para as primeiras 24 escolas que participam do projeto-piloto. Cada uma receberá R$ 8 mil.

A Resolução nº 61 do Conselho Deliberativo do FNDE, que autoriza a transferência de recursos para as escolas, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 3. A maioria das escolas fica nos municípios de Nova Venécia e São Mateus (ES). Outras três localizam-se na zona rural de Quatipuru, no Pará.

“Há muitas escolas no campo que não têm janela ou uma porta. E R$ 8 mil é um recurso considerável para torná-las mais agradáveis para os alunos e contribuir para a qualidade do ensino”, diz José Maria Rodrigues de Souza, coordenador geral de apoio à manutenção escolar do FNDE. A transferência de recursos faz parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e está sendo chamada de PDDE Campo. A partir do próximo ano, passa a ser uma ação rotineira do Ministério da Educação. Em 2010, 2.500 escolas do campo receberão recursos para contratação de mão de obra e outras despesas necessárias à manutenção, conservação e pequenos reparos, além de aquisição de mobiliário escolar.

“Até janeiro serão definidas as 2.500 escolas que serão beneficiadas”, adianta Armênio Bello Schmidt, diretor de educação para a diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação. “O objetivo do PDDE Campo é melhorar as condições, a aparência física das escolas rurais, mas essa ação está diretamente ligada à melhoria da qualidade de ensino e do desempenho dos alunos”, comenta.


“Ninguém nasce feito, é experimentando-nos no mundo que nós nos fazemos.”

Paulo Freire.

ANIMAÇÃO CULTURAL: NOSSA LUTA É PELA INVESTITURA

Após a última audiência com o novo secretário de Educação do estado do RJ, instaurou-se um clima de instabilidade no grupo de animadores culturais. O secretário afirmou ter um parecer da procuradoria do Estado em que julgava a PEC da animação inconstitucional e que, portanto, o aconselhava a demitir todos estes profissionais. Na última terça feira (01/02), nos reunimos no coletivo de animadores e após as devidas avaliações tiramos alguns encaminhamentos que deverão nortear nossas ações de luta para este ano de 2011. Queremos aqui democratiza-las com os diversos setores deste sindicato.

Em primeiro lugar, não é a primeira vez que atravessamos uma fase de instabilidade. Nossa condição funcional em várias ocasiões nos colocou em situações parecidas. Já vimos estampado na capa de jornais: “Estado demitirá em massa os animadores culturais”. No entanto, graças a nossa mobilização nos mantemos até aqui.

Em relação à PEC, após diversas consultas a especialistas, constatamos que uma vez aprovada se transformou numa emenda à Constituição do Estado, só podendo ser “julgada” inconstitucional por instância superior, no caso o STF. Que mesmo assim ficaria numa “sinuca de bico”, pois, sua principal atribuição é proteger a constituição e, ainda mais neste caso, que possui jurisprudência. Não cabe ao Ministério Publico a função de julgar a PEC, nem, tão pouco à procuradoria do Estado, até porque a PEC não existe mais.

ENTÃO O PORQUÊ DA FALA DO SR. RISOLIA SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO?

Bem, é obvio que na lógica da “meritocracia”, não há lugar para a animação cultural. Os 50 milhões que o Estado descontou dos animadores ao longo destes anos e deixou de repassar a previdência, soa para o novo secretário apenas como custo. Entretanto, a fala do secretário na última audiência é fala de “cão acuado”. A demissão em massa dos animadores abriria um canal de mobilização ainda maior nas ruas e inauguraria uma grande disputa jurídica. Cá pra nós... Com toda imagem de bonzinho que o senhor governador do Estado tenta passar a população, tal responsabilidade ou irresponsabilidade, não cairia bem em seu currículo! Então essa fala não passa de uma ameaça que põe o governo Sérgio Cabral numa situação muito complicada, pois, em audiência no início de seu primeiro governo, assumiu o compromisso público de resolver a questão dos animadores, e agora não realiza seu papel de executivo, que seria no momento simples: convocar e investir os animadores, cumprindo, assim, a emenda aprovada por unanimidade, ou seja, com votos de toda sua bancada e aliados na Assembléia Legislativa do Estado.

Pra nós não é nenhuma surpresa. Tudo que conquistamos até agora, foi fruto da nossa mobilização e luta. E depois desta fala do governo, vamos intensificar o movimento. Entendemos que a causa da animação cultural possui sim um intuito idealista, de defesa de uma nova escola, de novas relações, de valorização da Cultura local, enfim, de uma referencia para pensar o fazer pedagógico-cultural na escola e na comunidade. Mas, não é só isso. Nossa luta, hoje mais que nunca, possui uma dimensão humana extremamente chocante e cruel. Tratamos de pessoas e não de números, as lágrimas de revolta de uma animadora que estava presente à última audiência, deixou isso bem claro ao governo. São muitas pessoas de idade já avançada em tempo de aposentadoria, são famílias que ficaram desamparadas com a morte do animador, são outros tantos doentes precisando de atendimento, e ainda muitos produzindo inúmeros projetos em suas escolas. Lutar por essa causa, significa acreditar na possibilidade de uma escola marcadamente diferente em suas relações, mas, sobretudo, significa a correção de uma grande injustiça histórica contra um grupo de trabalhadores. Precisamos do apoio de todos!
PLANO DE LUTAS.


Foi unânime na última reunião do Coletivo, que precisamos intensificar o movimento. Se durante mais de dez meses realizamos grandes e bonitos atos na ALERJ “faixa de Gaza” em prol da aprovação da PEC, hoje devemos mudar nosso foco e retomar os atos mensais de forma ainda mais bonita e forte. Desta forma aprovamos algumas propostas:


· Retomada dos atos >>> Realização de atos culturais mensalmente em frente à Secretaria Estadual de Educação;

· Dossiê da Animação Cultural >>> Montagem de um dossiê da animação cultural que nos forneça um tratamento estatístico apontando quem são estes profissionais hoje;

· Perseguição ao Secretário e sua equipe >>> Realização de atos culturais descentralizados na ocasião das visitas do secretário para a implantação da nova estrutura da Educação proposta por ele (criação das agencias);

· Fórum de Educação >>> Participação integral no Fórum de defesa da Educação Pública;

· Congresso do SEPE >>> Apresentação de uma tese específica da Animação Cultural no Congresso do Sepe deste ano;

· Articulação interna >>> Realização de Seminários e encontros com os animadores;

“Todos Juntos Somos Fortes, Somos Flecha, Somos Arco, Todos Nós No Mesmo Barco, Não Há Nada Pra Perder...”.

PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS ESTADUAIS REALIZAM ASSEMBLEIA NO SÁBADO, DIA 12

Sepe se prepara para lançar campanhas salariais 2011 da educação estadual



O Sepe realizará as primeiras assembléias de 2011 dos profissionais das redes estadual e municipal do Rio, no auditório da ACM (Rua da Lapa 186 – 6º andar), no sábado (dia 12/2). Pela manhã, às 10h, haverá uma assembléia da rede estadual, quando os professores e funcionários das escolas estaduais discutirão as estratégias para o lançamento da campanha salarial de 2011 da rede estadual. A partir das 14h, no mesmo local, será a vez dos profissionais das escolas municipais do Rio realizarem a sua assembléia que terá com um dos pontos de destaque na pauta de discussão a reivindicação de um plano de carreira unificado (professores e funcionários) para a educação municipal e reajuste salarial imediato.

Rede estadual:

Os profissionais das escolas estaduais (78 mil professores e 12 mil funcionários que trabalham em 1.466 escolas que atendem cerca de 1,2 milhão de alunos) reivindicam desde o início do governo Sérgio Cabral a incorporação imediata da gratificação do Nova Escola de uma só vez (ela está sendo feita em prestações que irão até 2015); inclusão dos funcionários administrativos no plano de carreira em vigor e reajuste emergencial (índice a ser discutido na assembléia) para a recomposição das perdas salariais. Na assembléia, também será discutido pela categoria o novo plano de metas para a educação do estado, recém-lançado pelo novo secretário de Educação Wilson Risolia. A categoria é contra a política de meritocracia e de premiações e gratificações a partir do cumprimento de metas estabelecidas. Hoje, o piso de um professor do estado é de R$ 756,66 e o dos funcionários administrativos é de um salário mínimo.

8 de fevereiro de 2011

SEPE : Assembleia em 16 de Fevereiro !

A próxima assembleia dos trabalhadores da educação do município foi marcada para 16 de Fevereiro em frente a Câmara de Vereadores, na Alberto Torres.

Horário de início 17 horas

A pauta será:
Fundeb ;
Concurso de 2008 ;
Plano de Cargos e Salários ;
Débitos do enquadramento retroativo por mudança de níveis ;
Eleições para diretores de escolas e assuntos gerais.

Todos à assembleia!

1 de fevereiro de 2011

Assembleia - SEPE , 03/02/2011

ATENÇÃO

Assembleia dos profissionais da educação da rede municipal, funcionários e professores.
O SEPE retoma a pauta do ano passado com:
Concurso 2008 ; Pagamento de FUNDEB ; Eleições para diretores e outros pontos.
A assembleia está marcada para 17horas de quinta-feira no edifício Ninho das Águias 514, SEPE.