Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa):
1. Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.
2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
3. Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
5. E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
6. Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
- Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
3 de abril de 2010
O DEBATE NA RÁDIO CULTURA NO DIA 29/03
Divulguei na semana passada que, Prof. Amaro Sérgio, Renato Gonçalves e eu, participaríamos de um debate sobre Educação na Rádio Cultura, e por acúmulo de trabalho não pude dar informes aos leitores deste Blog imediatamente após o debate o que, desejo resgatar neste momento.
Motivados pelo debate acalorado da semana anterior, os locutores e debatedores Jadir de Oliveira e Ailton Júnior, retomaram o assunto do Plano de Cargos e Salários, já que o nome do valoroso colega de luta sindical Renato Gonçalves fora citado no debate anterior, com a iniciativa da vereadora Odisséia em fomentar possível discórdia.
Renato Gonçalves, com sua boa oratória elencou vários pontos do Plano de Cargos, que perfeitamente se encaixa no entendimento do prof. Amaro e no meu. As críticas mais duras que temos é quanto a meritocracia, ou seja, avaliação atrelada a ganho salarial, a ausência de organograma dos profissionais administrativos e ausência de eleições imediatas para diretores de escolas. Quanto a estes aspectos nenhuma divergência foi apresentada pelo nosso colega Renato.
Entretanto, o "X" da polêmica residiu num único ponto, díficil para a compreensão da vereadora dada a sua desenvoltura em percorrer todas as esferas de poder. O cerne da discussão era quanto o papel do SEPE dentro do Conselho Municipal de Educação, que em momento nenhum poderá ser uma instituição que venha a substituir o papel do sindicato combativo, independente de governos, tal qual nos garante o estatuto do SEPE.
O Conselho Municipal de Educação é uma instância do governo,em que a presidente do Conselho é a secretária de educação do município. Além disso, existem 20 cadeiras sendo 10 ocupadas por representantes do governo e 10 ocupadas pela sociedade civil, onde o SEPE possui um único assento, ou seja, é minoria. Como tal não tem poder de decisão ou veto à nenhuma proposta que venha a se contrapor ao que, enquanto sindicato da educação, temos como bandeira de luta da categoria.
Houve sim, uma falha de comunicação entre o conselheiro representante do SEPE e a direção do sindicato (Segundo Renato,por falta de tempo devido ao final do ano letivo), que tinha todos os motivos para naquele dia 15 de dezembro de 2009, convocar a categoria da rede municipal para ocupar as escadarias da Câmara para denunciar as lacunas do Plano que seria apresentado para aprovação naquele dia. Esta é a tarefa do SEPE. Não podíamos nos omitir em apontar o necessidade de revisão e de emendas ao Plano de Cargos, a despeito da decisão de vereadores incautos que decidiram votar por unanimidade a proposta do governo.
Como costumamos dizer, a luta continua, e já encaminhamos ofícios à Presidente da Comissão de Educação na Câmara, vereadora D.Penha, à vereadora Odisséia e ao vereador Kellinho, que num encontro casual afirmou que recebeu o documento e aprovou a idéia, faltando apenas dialogar com os demais colegas da Comissão para agendar o dia e horário. Segundo o vereador kellinho, as reuniões da Comissão acontecem às sextas-feiras, às 16 horas e que a mesma não se reune com a regularidade devida por falta de pauta.
Olha aí o relevante papel do SEPE. Estamos propondo uma agenda quinzenal para debatermos com a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Campos os problemas da Educação Municipal. Na ALERJ isso já acontece sistemáticamente às quartas-feiras, 10 horas da manhâ. Na Câmara de Campos há grande possibilidade disso ser inaugurado a partir de agora, representando um avanço para a categoria da educação municipal.
VENCEREMOS!!!
Postado por PALAVRAS ACESAS
Graciete Santana
Motivados pelo debate acalorado da semana anterior, os locutores e debatedores Jadir de Oliveira e Ailton Júnior, retomaram o assunto do Plano de Cargos e Salários, já que o nome do valoroso colega de luta sindical Renato Gonçalves fora citado no debate anterior, com a iniciativa da vereadora Odisséia em fomentar possível discórdia.
Renato Gonçalves, com sua boa oratória elencou vários pontos do Plano de Cargos, que perfeitamente se encaixa no entendimento do prof. Amaro e no meu. As críticas mais duras que temos é quanto a meritocracia, ou seja, avaliação atrelada a ganho salarial, a ausência de organograma dos profissionais administrativos e ausência de eleições imediatas para diretores de escolas. Quanto a estes aspectos nenhuma divergência foi apresentada pelo nosso colega Renato.
Entretanto, o "X" da polêmica residiu num único ponto, díficil para a compreensão da vereadora dada a sua desenvoltura em percorrer todas as esferas de poder. O cerne da discussão era quanto o papel do SEPE dentro do Conselho Municipal de Educação, que em momento nenhum poderá ser uma instituição que venha a substituir o papel do sindicato combativo, independente de governos, tal qual nos garante o estatuto do SEPE.
O Conselho Municipal de Educação é uma instância do governo,em que a presidente do Conselho é a secretária de educação do município. Além disso, existem 20 cadeiras sendo 10 ocupadas por representantes do governo e 10 ocupadas pela sociedade civil, onde o SEPE possui um único assento, ou seja, é minoria. Como tal não tem poder de decisão ou veto à nenhuma proposta que venha a se contrapor ao que, enquanto sindicato da educação, temos como bandeira de luta da categoria.
Houve sim, uma falha de comunicação entre o conselheiro representante do SEPE e a direção do sindicato (Segundo Renato,por falta de tempo devido ao final do ano letivo), que tinha todos os motivos para naquele dia 15 de dezembro de 2009, convocar a categoria da rede municipal para ocupar as escadarias da Câmara para denunciar as lacunas do Plano que seria apresentado para aprovação naquele dia. Esta é a tarefa do SEPE. Não podíamos nos omitir em apontar o necessidade de revisão e de emendas ao Plano de Cargos, a despeito da decisão de vereadores incautos que decidiram votar por unanimidade a proposta do governo.
Como costumamos dizer, a luta continua, e já encaminhamos ofícios à Presidente da Comissão de Educação na Câmara, vereadora D.Penha, à vereadora Odisséia e ao vereador Kellinho, que num encontro casual afirmou que recebeu o documento e aprovou a idéia, faltando apenas dialogar com os demais colegas da Comissão para agendar o dia e horário. Segundo o vereador kellinho, as reuniões da Comissão acontecem às sextas-feiras, às 16 horas e que a mesma não se reune com a regularidade devida por falta de pauta.
Olha aí o relevante papel do SEPE. Estamos propondo uma agenda quinzenal para debatermos com a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Campos os problemas da Educação Municipal. Na ALERJ isso já acontece sistemáticamente às quartas-feiras, 10 horas da manhâ. Na Câmara de Campos há grande possibilidade disso ser inaugurado a partir de agora, representando um avanço para a categoria da educação municipal.
VENCEREMOS!!!
Postado por PALAVRAS ACESAS
Graciete Santana
REPROVAÇÃO E EXCLUSÃO
" O aluno não vai à escola para tirar notas, vai para aprender, para crescer, para se desenvolver." Freinet, educador francês
Uma breve retrospectiva
No início do século XX, já era evidente que as escolas não poderiam continuar convivendo com relações pedagógicas tão autoritárias como as até então existentes, herdadas de modelos pedagógicos absolutamente ultrapassados.
O que elas pressupunham?
Que a criança não passava de um homúnculo com todas as habilidades e competências de um adulto sendo, portanto, responsável pelo seu processo de aprendizagem. Para essas velhas teorias, o centro da aprendizagem era o professor, o rei-sol , onisciente, e os alunos, passivos e mudos, deveriam gravitar ao seu redor. A disciplina em sala de aula deveria ser mantida a qualquer preço e os castigos físicos, a palmatória, a genuflexão sobre o milho,
bem como as humilhações psicológicas, as famosas orelhas de burro colocadas no aluno que ia mal, imitavam as relações autoritárias e anti-democráticas existentes entre o poder e os seus súditos, assim como entre pais e filhos. Este clima de terror era coroado com a famosa reprovação. O bom professor, pasmem, era aquele que reprovava muitos alunos e a escola, bem como o professor eram eximidos de qualquer responsabilidade pelo fracasso escolar. Esse comportamento punitivo chegava mesmo às raias do exagero de reprovar um aluno por um simples décimo, inviabilizando, muitas vezes, toda a vida escolar futura de um jovem ou de uma criança. Mais do que se sentir rei-sol, isto certamente consolidava no professor um sentimento quase divino de poder dispor, a seu bel prazer, do destino de seus alunos, que se tornavam joguetes nas mãos do acaso.
Uma breve retrospectiva
No início do século XX, já era evidente que as escolas não poderiam continuar convivendo com relações pedagógicas tão autoritárias como as até então existentes, herdadas de modelos pedagógicos absolutamente ultrapassados.
O que elas pressupunham?
Que a criança não passava de um homúnculo com todas as habilidades e competências de um adulto sendo, portanto, responsável pelo seu processo de aprendizagem. Para essas velhas teorias, o centro da aprendizagem era o professor, o rei-sol , onisciente, e os alunos, passivos e mudos, deveriam gravitar ao seu redor. A disciplina em sala de aula deveria ser mantida a qualquer preço e os castigos físicos, a palmatória, a genuflexão sobre o milho,
bem como as humilhações psicológicas, as famosas orelhas de burro colocadas no aluno que ia mal, imitavam as relações autoritárias e anti-democráticas existentes entre o poder e os seus súditos, assim como entre pais e filhos. Este clima de terror era coroado com a famosa reprovação. O bom professor, pasmem, era aquele que reprovava muitos alunos e a escola, bem como o professor eram eximidos de qualquer responsabilidade pelo fracasso escolar. Esse comportamento punitivo chegava mesmo às raias do exagero de reprovar um aluno por um simples décimo, inviabilizando, muitas vezes, toda a vida escolar futura de um jovem ou de uma criança. Mais do que se sentir rei-sol, isto certamente consolidava no professor um sentimento quase divino de poder dispor, a seu bel prazer, do destino de seus alunos, que se tornavam joguetes nas mãos do acaso.
TCE DIZ QUE CONTRATO DE AR CONDICIONADO É UM PREJUÍZO PARA A EDUCAÇÃO
O corpo técnico do Tribunal de Contas do Estado (TCE) concluiu que o contrato de aluguel de aparelhos de ar-condicionado assinado, em 7 de julho de 2009, com a empresa Bello Rio Engenharia, foi desvantajoso para os cofres do governo do estado. Os equipamentos estão sendo instalados nas salas de aula da rede pública estadual do Rio.
Por enquanto, a análise dos técnicos, que consta de um processo (instrução) aberto recentemente pelo tribunal, ainda não foi a julgamento no plenário do TCE, mas isso deve acontecer em breve. O EXTRA teve acesso com exclusividade a detalhes do exame.
Os técnicos do tribunal, em conjunto com o Ministério Público, ressaltaram, por exemplo, que o governo não apresentou um estudo de viabilidade econômica que qualificasse como mais vantajosa a locação dos equipamentos, em vez da compra.
Na análise, um dos argumentos apontados é o fato de a vida útil estimada de um aparelho de ar novo ser de 14 anos. Esse é o tempo no qual o estado poderia manter os aparelhos, caso eles fossem comprados, nas salas de aula em funcionamento.
Se comprasse os 34.250 equipamentos, em vez de alugá-los, como prevê o Contrato 012/2009, o estado pagaria cerca de R$ 42 milhões (dados levantados pelo tribunal). Pelo aluguel, por 12 meses, desses equipamentos, o estado se comprometeu a pagar R$ 38,9 milhões. No fim desse período, no entanto, os aparelhos não serão do estado.
Em relação ao fato de o contrato de aluguel com a Bello Rio incluir manutenção dos aparelhos, o que, em tese, tornaria o acordo vantajoso, os técnicos do tribunal salientaram que a maioria dos fabricantes oferece garantia do produto comprado de um a três anos. Isso reduzia o custo de manutenção nos primeiros doze meses de uso.
Procurado, o presidente do TCE, José Maurício Nolasco, confirmou a instrução:
— Agora, (o exame) vai a plenário — disse ele.
Nova inspeção
Além disso, no último dia 15, Nolasco determinou que uma inspeção (tipo de procedimento do tribunal), em curso na Secretaria de Educação, realize uma investigação sobre a execução do contrato com a Bello Rio. Nessa inspeção, o tribunal vai analisar, por exemplo, se os termos do acordo estão sendo cumpridos.
FONTE: JORNAL EXTRA
Por enquanto, a análise dos técnicos, que consta de um processo (instrução) aberto recentemente pelo tribunal, ainda não foi a julgamento no plenário do TCE, mas isso deve acontecer em breve. O EXTRA teve acesso com exclusividade a detalhes do exame.
Os técnicos do tribunal, em conjunto com o Ministério Público, ressaltaram, por exemplo, que o governo não apresentou um estudo de viabilidade econômica que qualificasse como mais vantajosa a locação dos equipamentos, em vez da compra.
Na análise, um dos argumentos apontados é o fato de a vida útil estimada de um aparelho de ar novo ser de 14 anos. Esse é o tempo no qual o estado poderia manter os aparelhos, caso eles fossem comprados, nas salas de aula em funcionamento.
Se comprasse os 34.250 equipamentos, em vez de alugá-los, como prevê o Contrato 012/2009, o estado pagaria cerca de R$ 42 milhões (dados levantados pelo tribunal). Pelo aluguel, por 12 meses, desses equipamentos, o estado se comprometeu a pagar R$ 38,9 milhões. No fim desse período, no entanto, os aparelhos não serão do estado.
Em relação ao fato de o contrato de aluguel com a Bello Rio incluir manutenção dos aparelhos, o que, em tese, tornaria o acordo vantajoso, os técnicos do tribunal salientaram que a maioria dos fabricantes oferece garantia do produto comprado de um a três anos. Isso reduzia o custo de manutenção nos primeiros doze meses de uso.
Procurado, o presidente do TCE, José Maurício Nolasco, confirmou a instrução:
— Agora, (o exame) vai a plenário — disse ele.
Nova inspeção
Além disso, no último dia 15, Nolasco determinou que uma inspeção (tipo de procedimento do tribunal), em curso na Secretaria de Educação, realize uma investigação sobre a execução do contrato com a Bello Rio. Nessa inspeção, o tribunal vai analisar, por exemplo, se os termos do acordo estão sendo cumpridos.
FONTE: JORNAL EXTRA
O DIA 31 DE MARÇO
Foi coroada de êxito a passeata e o Ato Público da rede estadual, no Rio de Janeiro, nom dia 31 de março. Apesar da chuva não faltou animação nem calor humano.
Na parte da tarde, aconteceu uma assembléia na ABI, onde foram apresentadas avaliações sobre o ato e novas deliberações foram aprovadas. dentre elas que, no dia 28 de abril haverá um novo ato público da rede estadual.
Para coroar o sucesso do dia 31, tivemos ainda uma festa, preparada carinhosamente pelo SEPE/RJ, com música ao vivo e muitos caldos. A decoração de bolas de soprar, harmoniosamente disposta no belo espaço, deu um ar de elegãncia ao ambiente.
O motivo da festa foi a comemoração do lançamento da campanha salarial 2010 e a carta sindical assinada pelo Ministro do Trabalho Carlos Lupi, depois de 33 anos de existência deste sindicato combativo, que jamais capitulou diante dos governos.
Salve o SEPE!!!
O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!!!
VIDA LONGA AOS QUE LUTAM!!!
VENCEREMOS!!!
Na parte da tarde, aconteceu uma assembléia na ABI, onde foram apresentadas avaliações sobre o ato e novas deliberações foram aprovadas. dentre elas que, no dia 28 de abril haverá um novo ato público da rede estadual.
Para coroar o sucesso do dia 31, tivemos ainda uma festa, preparada carinhosamente pelo SEPE/RJ, com música ao vivo e muitos caldos. A decoração de bolas de soprar, harmoniosamente disposta no belo espaço, deu um ar de elegãncia ao ambiente.
O motivo da festa foi a comemoração do lançamento da campanha salarial 2010 e a carta sindical assinada pelo Ministro do Trabalho Carlos Lupi, depois de 33 anos de existência deste sindicato combativo, que jamais capitulou diante dos governos.
Salve o SEPE!!!
O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!!!
VIDA LONGA AOS QUE LUTAM!!!
VENCEREMOS!!!
2 de abril de 2010
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CONCURSO DE PROFESSORES PARA A UFF CAMPOS
Foram abertas hoje, (24/03) as inscrições do concurso público para docentes. O período vai até o dia 16 de abril. As áreas disponíveis são para Docentes Doutores em diversas áreas de conhecimento, que atuarão nos cursos de Ciências Sociais, Economia, Geografia, História e Psicologia, no Polo da UFF em Campos.
O edital 092/2010 está disponível no site da Copemag. Haverá uma pré-inscrição online e a inscrição será feita no Polo da UFF Campos, na rua José do Patrocínio n° 71, Centro de Campos.
O edital 092/2010 está disponível no site da Copemag. Haverá uma pré-inscrição online e a inscrição será feita no Polo da UFF Campos, na rua José do Patrocínio n° 71, Centro de Campos.
JEFFERSON É O NOVO DIRETOR DO IFF
UM NOVO TEMPO COMEÇOU
A comunidade "iffetiana" democraticamente elegeu o novo diretor do campus Campos-Centro.
O professor Jefferson Azevedo venceu em todas as categorias, discentes, docentes e tecnicos administrativos.
A todos os que contribuiram para campanha vitoriosa, fique certo que da-se inicio a um novo tempo.
Jefferson é eleito diretor do campus Campos-Centro
O Professor Jefferson foi eleito como o novo diretor do campus Campos-Centro com 57,67% dos votos. O candidato Hélio Júnior obteve 42,33%.
A apuração acabou na madrugada desta quarta-feira, 31.
Foram contabilizados 211 votos válidos de Técnico-administrativos;
2440 votos válidos de alunos;
266 de docentes.
Vamos Juntos em uma Nova Direção!
Jefferson Eleito Diretor - 31/03/2010
A comunidade "iffetiana" democraticamente elegeu o novo diretor do campus Campos-Centro.
O professor Jefferson Azevedo venceu em todas as categorias, discentes, docentes e tecnicos administrativos.
A todos os que contribuiram para campanha vitoriosa, fique certo que da-se inicio a um novo tempo.
Jefferson é eleito diretor do campus Campos-Centro
O Professor Jefferson foi eleito como o novo diretor do campus Campos-Centro com 57,67% dos votos. O candidato Hélio Júnior obteve 42,33%.
A apuração acabou na madrugada desta quarta-feira, 31.
Foram contabilizados 211 votos válidos de Técnico-administrativos;
2440 votos válidos de alunos;
266 de docentes.
Vamos Juntos em uma Nova Direção!
Jefferson Eleito Diretor - 31/03/2010
Aos concursados de 2008 da Educação...

Caros concursados, a nossa luta não acabou!Aguardem cenas dos próximos capítulos... Se precisarmos ir, maciçamente, para a rua denunciar todo o descaso com a educação municipal de Campos, iremos.
Tudo indica que, assim que for feita a recomposição da secretaria do jurídico do SEPE/Campos, o que deve acontecer até meados de abril, será feita uma convocação de todos os concursados de 2008 da educação, para uma assembléia onde deverão ser passados informes jurídicos, posição dos encaminhamentos dados e os novos rumos da luta dos concursados. O SEPE/Campos já está em novo endereço: Edifício Ninho das Águias, sala 514, onde hoje podemos contar com um mini auditório neste espaço.
Devem estar certos de que, poderão contar sempre com a disposição de luta desta camarada e blogueira, que tem na causa da educação uma fonte de energia que se realimenta todos os dias. Eis o que diferencia os que, além de acreditar na causa e na força da mobilização , gostam do que fazem, daqueles que se dedicam, tão somente, à demagogia e ao oportunismo.
Saudações fraternas
Graciete Santana
CONAE 2010
É gratificante saber que, profissionais de Educação do Brasil inteiro tiveram a oportunidade de participar de um debate amplo, franco e fraterno sobre os problemas e os novos rumos que deve ter a Educação em nosso país.
Sabemos que os documentos lá aprovados não tem força de lei porém, servem como uma grande contribuição e importante indicativo para nortear as ações do governo naquilo que é uma necessidade real para um efetivo crescimento do país através da Educação.
A luta agora deverá ser para que os textos aprovados possam virar lei. Esta será a única maneira de coibir os abusos e o descaso dos governos municipais e estaduais com relação à educação. É preciso incutir na sociedade a idéia de que os investimentos em Educação, além de necessários não constitui uma mera despesa. É sim, um investimento necessário para garantir dignidade, cidadania e sobretudo tratar da emacipação do homem.
Tive oportunidade de participar da etapa municipal e da estadual do CONAE e o interesse dos profissionais de Educação foi acima de qualquer expectativa. O lamentável é saber que, no caso de Campos, as discussões deram origem ao PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, porém este não foi reproduzido na íntegra, pois alguns atores do governo municipal de Campos decidiram dar uma "mexidinha",revelando o autoritarismo vigente, numa total falta de respeito ao que foi aprovado na CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO e posteriormente na fase Intermunicipal.
Sabemos que os documentos lá aprovados não tem força de lei porém, servem como uma grande contribuição e importante indicativo para nortear as ações do governo naquilo que é uma necessidade real para um efetivo crescimento do país através da Educação.
A luta agora deverá ser para que os textos aprovados possam virar lei. Esta será a única maneira de coibir os abusos e o descaso dos governos municipais e estaduais com relação à educação. É preciso incutir na sociedade a idéia de que os investimentos em Educação, além de necessários não constitui uma mera despesa. É sim, um investimento necessário para garantir dignidade, cidadania e sobretudo tratar da emacipação do homem.
Tive oportunidade de participar da etapa municipal e da estadual do CONAE e o interesse dos profissionais de Educação foi acima de qualquer expectativa. O lamentável é saber que, no caso de Campos, as discussões deram origem ao PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, porém este não foi reproduzido na íntegra, pois alguns atores do governo municipal de Campos decidiram dar uma "mexidinha",revelando o autoritarismo vigente, numa total falta de respeito ao que foi aprovado na CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO e posteriormente na fase Intermunicipal.
CONAE 2010: Aprovado o fim de convênios com creches e à destinação dos recursos da exploração do pré-sal para a educação.

Os participantes da Conferência Nacional de Educação (Conae) aprovaram no dia de ontem (1º) na plenária final uma proposta para acabar, aos poucos, com o sistema de creches conveniadas. Segundo o texto, as matrículas nesses estabelecimentos de ensino, que recebem recursos públicos para atender a população, devem ser congeladas em 2014. A extinção dessa modalidade de parceria deve ocorrer até 2018, “tendo que ser obrigatoriamente assegurado o atendimento da demanda diretamente na rede pública”.
Essa foi uma das propostas aprovadas pelo encontro, que terminou ontem (1°) em Brasília. Os mais de 3 mil participantes discutiram temas na área do financiamento, acesso à educação, diversidade e valorização dos profissionais da educação. As propostas aprovadas pela Conae servirão de base para a formulação do próximo Plano Nacional de Educação (PNE), que irá vigorar de 2011 a 2020.
Outra proposta aprovada diz respeito à destinação dos recursos da exploração do pré-sal para a educação. Os delegados decidiram que 50% dos valores que compõem o Fundo Social do pré-sal devem ser gastos em educação. Desse total, 30% devem ficar com a União para serem investidos no ensino superior e profissionalizante. O restante deve ser transferido para estados e municípios para desenvolvimento de programas da educação básica.
De posse das propostas aprovadas na CONAE, o Ministério da Educação (MEC) vai elaborar o novo plano que precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional ainda este ano. Ainda não está definido um cronograma para esse processo.
Por Amanda Cieglinsk da Agência Brasil
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