17 de maio de 2012

Rio tem segunda maior taxa de reprovação do país


No ensino médio fluminense, índice foi de 18,5% em 2011; Brasil teve pior desempenho desde 1999, com 13,1%
A taxa de reprovação no ensino médio brasileiro voltou a subir no ano passado e bateu recorde, atingindo 13,1% na média nacional. Trata-se do mais alto índice já registrado pelo menos desde 1999, primeiro ano disponível para consulta, na internet, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação. Em situação bem pior do que a média do país, o Rio teve uma ligeira melhora, mas manteve a posição de segundo estado com maior taxa de reprovados do ensino médio em 2011: 18,5%. Em 2010, a taxa fluminense era de 18,9%.


Os mais recentes indicadores de reprovação foram divulgados na segunda-feira pelo Inep, sem alarde. Eles levam em conta o desempenho de estudantes da rede pública e privada. Conforme dados já divulgados pelo Inep, a taxa mais alta de reprovação no país era a de 2007, quando 13% dos alunos de ensino médio não passaram de ano. Nos últimos anos, essa taxa tem oscilado para cima e para baixo. Em 2010, ficou em 12,5%.

No Brasil, 9,6% abandonam ensino médio

Se forem consideradas apenas as escolas públicas, o quadro é ainda mais grave. No Rio, por exemplo, o índice de reprovação em estabelecimentos públicos alcançou 20,1%. No Brasil, não é diferente. A taxa global de reprovação, incluindo colégios públicos e privados, foi de 13,1% em 2011. Já o índice da rede pública, que era de 13,4% em 2010, subiu para 14,1% no ano seguinte. A reprovação nas escolas particulares brasileiras ficou na casa de um dígito no ano passado: 6,1%. Menor do que a observada na rede privada do Rio, onde o índice foi de 9,9%.

O único estado com taxa de reprovação maior do que a fluminense foi o Rio Grande do Sul, com 20,7%. No extremo oposto, o Amazonas aparece com 6%, a mais baixa do país. A taxa de reprovação aponta o percentual de estudantes que, no fim do ano letivo, não obtém nota suficiente para passar de ano. Existe ainda um outro grupo de alunos que também figura nas estatísticas de matrícula, mas não consegue avançar: são os jovens que abandonam a escola. Em 2011, no país, 9,6% largaram os estudos. Em 2010, essa taxa tinha sido maior: 10,3%.


A soma de reprovação e abandono gera um número assombrador, isto é, a quantidade de alunos que aparecem nas estatísticas de matrículas, mas não conseguem avançar. Em 2011, nada menos do que 22,7% dos jovens do ensino médio ficaram nessa situação. Dito de outra forma, a taxa de aprovação, portanto, foi de 77,3% no ensino médio, em 2011.


No Rio, a taxa de aprovação no ensino médio foi menor: 71,4%. Dentre os estudantes fluminenses, 10,1% abandonaram a escola e 18,5% foram reprovados, totalizando 28,6%. No ranking nacional, o estado aparece em 23º lugar em aprovação, na frente apenas de Rio Grande do Sul, Pará, Mato Grosso e Alagoas. O melhor desempenho foi de Santa Catarina, com 84,5%.


Passando por um momento de reestruturação, a rede estadual do Rio, que concentra a maior parte das matrículas de ensino médio, tenta lutar contra os fantasmas da repetência e do abandono. Aluno do Colégio Estadual Olavo Bilac, em São Cristóvão, Jemerson Valente, de 20 anos, conta que desde os 14 teve que conciliar a rotina de estudos com a de trabalho, numa padaria perto de casa. Ele repetiu a 1ª série do ensino médio nada menos do que cinco vezes. Mas este ano se prepara para se formar, através de um projeto de aceleração de estudos, parceria da Secretaria de Educação com a Fundação Roberto Marinho.

— Meu sonho é cursar gastronomia — afirma ele.

Também aluna do Olavo Bilac, Érica Lino, de 18 anos, passou por várias repetências no ensino fundamental, mas também encontrou no processo de aceleração escolar um caminho.

— Quero ser modelo, mas sei que preciso completar o ensino médio — diz a jovem, com altura e peso dignos de passarela.
No ensino fundamental, ocorreu movimento inverso ao do ensino médio. A taxa de reprovação no Brasil caiu de 10,3% para 9,6%, entre 2010 e 2011. O índice de abandono também diminuiu de 3,1% para 2,8%, no mesmo período. No Rio, o índice de reprovados teve diminuição de 15% para 13,1%, entre 2010 e 2011. Com isso, o Rio passou a ser o nono estado com taxa mais alta de reprovação no fundamental. Em 2010, tinha o quinto maior índice do país. Sergipe tem a maior taxa, com 19,5% de reprovação no ano passado. Já Mato Grosso, a menor, com 3,6%. A taxa de abandono no Rio caiu de 2,6% para 2,1%.


FONTE :
O GLOBO


Reajuste dos servidores municipais

do Blog Estou Procurando...

Sobre o aumento salarial dos servidores municipais

Segundo fontes extraoficiais, a matemática é simples: espera-se passar o prazo permitido pela justiça eleitoral para concessão dos reajustes salariais, e então, aplica-se apenas o índice de correção da inflação, que deverá ficar abaixo de 6% (e que provavelmente já pode estar sendo impresso nos contracheques dos servidores, uma vez que estamos no período de fechamento das folhas de pagamento). E índice de correção, como o próprio nome diz,  não é reajuste. A tática justificaria o silêncio em torno do assunto.
Enquanto isso, as contratações temporárias rolam soltas, porque estas trazem dividendos eleitorais. Simples assim.

16 de maio de 2012

"Escola não é lugar para ter arma."

Marcelo Freixo - "O policial de folga será contratado para trabalhar dentro de uma escola pública, podendo revistar os alunos - trabalhar armado numa escola pública. Com muita tranquilidade, quero dizer que isso é um absurdo, é a evidente tragédia anunciada. Já tem policial fazendo bico nas escolas públicas e o Secretário hoje disse: 'Não, mas vamos fazer o treinamento'. Eles já começaram a trabalhar; o treinamento vem daqui a pouco.

Escola não é lugar para ter arma. Não é possível imaginar que a escola pública seja um lugar para bico de policial armado. (...) Quero chamar atenção do policial porque, na hora em que acontecer uma tragédia, a responsabilidade não será do Secretário; a responsabilidade não será do comando da PM; a responsabilidade será daquele policial que estava ali e que vai ouvir: 'Está vendo: é desequilibrado, é débil mental', como o governador gosta de falar", disse Marcelo Freixo, nesta quinta-feira (3/5), ao criticar a proposta do governo para acabar com o bico do policial e sugerir uma audiência pública em caráter de urgência para tratar o tema na Comissão de Educação da Alerj

"Sr. Presidente, Srs. Deputados, senhoras e senhores, quero ser breve mas não quero deixar de me pronunciar sobre um assunto que me preocupou bastante – que, desta vez, não é a Delta – e por isso pedi para o Sr. Deputado Robson Leite permanecer no plenário, pois é um assunto que teremos que tratar na Comissão de Educação desta Casa.

Hoje (3/5), nos jornais – e isso não foi debatido durante o dia, mas já falei rapidamente com o Presidente da Comissão de Educação, Deputado André Lazaroni - há uma informação que me preocupa bastante. Nós sabemos, e esse debate eu acompanhei pela Segurança Pública, que o Governo tem uma estratégia de enfrentamento do bico dos policiais. Ou seja, o policial que, no seu horário de folga, para completar o seu salário miserável, trabalha na rede privada, particular, faz o serviço de segurança privada, que é ilegal, mas que todo mundo sabe que acontece e que, se não fizer, não paga suas contas no final do mês. É fato.

O Governo resolveu criar o bico oficial. Isso já está debatido longamente. Até aí, é um bom debate. E que esses policiais estariam sendo contratados, em diversas circunstâncias. Para não fazerem esse bico irregular em algum lugar, oficialmente, ele faria esse bico. Ruim é que ele não tem o descanso; ruim é que o Governo não paga um salário digno para que ele não precise fazer o bico. Mas, enfim, diante desse quadro, o policial precisa ter uma complementação salarial. Aliás, diga-se de passagem, muitas vezes, no chamado "bico" ele ganha mais do que o salário. O bico, na verdade, é a Polícia, porque ele ganha mais por fora do que ganha como funcionário público. É uma inversão completa dos valores.

Mas o que me preocupou hoje é que um desses bicos, Deputado Robson Leite, será feito nas escolas públicas. O que isso quer dizer? O policial de folga será contratado para trabalhar dentro de uma escola pública, podendo revistar os alunos - trabalhar armado numa escola pública.

Com muita tranquilidade, quero dizer que isso é um absurdo, é a evidente tragédia anunciada. Evidente tragédia anunciada! Já tem policial fazendo bico nas escolas públicas e o Secretário hoje disse: "Não, mas vamos fazer o treinamento". Eles já começaram a trabalhar; o treinamento vem daqui a pouco.

Escola não é lugar para ter arma. Escola não é lugar para ter arma. Não é possível imaginar que a escola pública seja um lugar para bico de policial armado. Não estou dizendo que o policial não tem que se aproximar da escola. Eu travei esse debate nas redes sociais hoje.

Deputado Robson Leite, quero dizer que acho ótimo que possamos aproximar a Polícia Militar e a Polícia Civil das escolas. Acho ótimo que façamos eventos com a Polícia Militar e com a Polícia Civil dentro das escolas. Acho ótimo que o pai policial frequente a escola e dialogue com a escola. Isso é uma coisa. A outra é o serviço de policiamento ostensivo armado ser feito dentro da escola para resolver um problema salarial do policial. Isso é uma atrocidade!

Quero chamar atenção do policial porque, na hora em que acontecer uma tragédia, a responsabilidade não será do Secretário; a responsabilidade não será do comando da PM; a responsabilidade será daquele policial que estava ali e que vai ouvir: "Está vendo: é desequilibrado, é débil mental, é desequilibrado", como o Governador gosta de falar. Vai recair sobre ele.

Mas o argumento que usaram é que há escolas em áreas conflagradas de grupos armados. Aí você vai colocar um policial dentro da escola, podendo transferir o conflito armado para dentro da escola? Essa é a solução brilhante que o Governo encontrou?
Se existe uma área onde o crime está organizando, que a Polícia enfrente o crime que está organizando aquela área. Mas não: o crime fica ali, mas dentro da escola tem um policial. E na hora em que houver algum episódio dentro dessa escola, vai ter um tiroteio na escola? Porque o policial terá que agir. Ele é obrigado a agir, onde ele estiver. Ele vai agir com a arma de fogo dentro da escola?

Qual é o ganho? Isso não foi debatido com os professores, não foi debatido com os alunos, não foi debatido com os funcionários. Isso é pensado pela Segurança Pública, achando que resolverá o problema de violência na escola. O problema de violência na escola é de outra natureza; é um debate pedagógico, não é um debate militar.

Qual é o segundo passo? Arames, porta eletrônica, revista. As diferenças entre escolas e presídios vão ficar cada vez menores.

Isso é um absurdo! Isso é um absurdo pedagógico! Como se não bastasse todos os absurdos que as escolas públicas já vivem: não temos plano de cargos e salários; têm um salário aviltante; têm o resultado do rendimento escolar um dos piores do Brasil; professores insatisfeitos: evasão escolar, não bastasse isso, ainda criamos outro problema. Eu quero chamar a atenção e acho que a Comissão de Educação desta Casa tem que fazer uma Audiência Pública, urgente, antes que uma tragédia ocorra. Quer botar a Guarda Municipal na escola, que é uma guarda que não tem arma? Vamos fazer esse debate. Isso pode ser; pode ser. Mas tem que ser um debate com os profissionais da Educação.

Essa Guarda Municipal pode acionar um Polícia Militar numa situação emergencial? Isso é uma possibilidade. Isso é completamente diferente de um policial armado permanentemente dentro de uma escola pública, podendo revistar os alunos. Não é esse modelo de segurança que as escolas estão precisando hoje. Ontem, eu tive uma reunião longa com vários educadores e todos são contra essa posição. No entanto, não foram consultados. Mais uma vez, não foram consultados.

Nós fizemos uma Audiência Pública sobre violência na escola, em nenhum momento, nessa audiência, a sugestão dos professores, dos educadores, dos alunos, foi a da presença da Polícia Militar dentro da escola. Isso não apareceu em qualquer momento. Porque não é a saída; isso não resolve. Então, mais uma vez, o Governo erra por não ouvir as escolas; por não ouvir os educadores; por não ouvir os alunos. É um Governo que tem uma natureza autoritária. Então, fica aqui o apelo para que o Governo possa repensar essa medida. Porque tomou essa medida pensando na questão salarial do policial, mas não tomou as medidas corretas pela consequência pedagógica que isso pode ter. Um policial militar armado dentro de uma escola não soluciona o problema da violência real que existe nas escolas, que é um debate que precisa ser enfrentado e que pode causar outro problema de ordem muito mais séria. Arma não pode estar na escola; nem na mão do Estado nem na mão de qualquer outro agente. Então, é grave; isso é antipedagógico; isso não é correto. Está aqui um alerta no início desse debate, mas que lamentavelmente já foi colocado em prática.

Senhores, a Comissão de Educação desta Casa tem a – obrigação - de pautar uma Audiência Pública sobre o tema, chamando as Secretarias e de Educação, para chegarmos a um acordo dizendo: "Ótimo!" Não sou contra o pagamento dos policiais que melhore... Aliás, acho até que deveria ser através de um salário melhor; um salário mais digno, para que pudesse ter a folga, para que a sua folga pudesse ser com a sua família, o que não acontece hoje. Mas independente disso, colocá-lo armado numa escola é uma tragédia anunciada e, depois, o responsável por isso não será nem o Secretário de Educação nem o Secretário de Segurança, será o policial militar mais uma vez.

Obrigado, Presidente".

*Marcelo Freixo – pronunciamento no plenário da Alerj nesta quinta-feira (3/5/12).

Fonte: Diário Liberdade

FUNCIONÁRIOS DA PREFEITURA DE CAMPOS: "QUEM SABE FAZ A HORA, NÃO ESPERA ACONTECER"

do Blog Estou Procurando o que Fazer....

Minha cidade bilionária, meus servidores explorados. Este deveria ser o mote do governo rosa.
Volto a reafirmar, há algo estranho no ar.
Pela minha experiência administrativa, e pelo que conheço do grupo que está de plantão administrando a PMCG, a esta altura do mês já deve estar rodando a folha de pagamento do funcionalismo municipal, sem o devido anúncio do reajuste salarial anual, que é de direito dos mais de 20.000 TRABALHADORES.
SERVIDORES MUNICIPAIS, A HORA É DE ARREGAÇAR AS MANGAS E IR A LUTA!!!

14 de maio de 2012

SEPE Campos reitera solicitação de audiência à prefeita

O SEPE Campos encaminhou hoje (dia 14) ofício reiterando a solicitação de uma audiência com a prefeita, para tratar da seguinte pauta:

Reajuste salarial;
Cumprimento de 1/3 da carga horária destinada a planejamento;
Pagamento do FUNDEB como valorização profissional;
Eleições para diretores de escolas;
Fim das terceirizações dos funcionários administrativos nas escolas - Concurso público Já!
Convocação dos concursados de 2008;
Fim das contratações na educação municipal;
Concurso para educação em 2012 e convocação imediata;
Implementação da política de educação no campo.

Segue abaixo a cópia do ofício 015/2012:

Para melhor visualizar, clique na imagem para ampliá-la.


13 de maio de 2012

Eleições do Sepe nos dias 26,27 e 28 de Junho - VOTE CHAPA 7



CHAPA 7 - SEPE NA LUTA PELA EDUCAÇÃO COM QUALIDADE E DIGNIDADE

12 de maio de 2012

CHAPA 7 - SEPE NA LUTA PELA EDUCAÇÃO...

COMPONENTES DA CHAPA 7

COORDENAÇÃO GERAL

Graciete Santana                   Professora estadual e FAETEC
Cristini Marcelino                    Professora Creche Municipal


SECRETARIA DE FUNCIONÁRIOS

Adriana Kelly                       Animadora Cultural (estadual)


SECRETARIA DE APOSENTADOS

Neuza Falcão                      Funcionária  aposentada ( estadual)
Jeanete Barcelos                 Professora  aposentada (estadual)

SECRETARIA DE CULTURA,FORMAÇÃO SINDICAL E ASSUNTOS EDUCACIONAIS

Sandro Fabiano de Paula     Professor  estadual e municipal
Luciana Marques                  Professora municipal

SECRETARIA DE ASSUNTOS JURÍDICOS

Roberto Loyola                     Professor estadual e municipal
Renata Siquara                     Professora estadual São F. do Itabapoana

SECRETARIA DE IMPRENSA E COMUNICAÇÃO

Luciana Gonçalves de Oliveira
(Profª Luciana)                                               Professora Municipal
Elaine Guimarães Godinho                             Professora  estadual


SECRETARIA  DE FINANÇAS

Amaro Sérgio da Silva Azevedo    Professor municipal e FAETEC
Tatiana Amaral                              Professora Creche municipal

SUPLENTES

Pâmella N. Machado de Miranda     Professora municipal
Silvana Santos (São Fidélis)           Professora estadual municipal
Regina Célia Ferreira                       Funcionária estadual
Fábio Nogueira                                 Professor estadual São F. Itabapoana e municipal de São João da Barra
Luís Cláudio Paula de Souza             Auxiliar de secretaria -rede municipal

11 de maio de 2012

E OS CONCURSADOS DE 2008? O CONCURSO PARA A EDUCAÇÃO EM 2012 É UMA FARSA?

Educação: Processo seletivo para contratação temporária

A Prefeitura de Campos, através da secretaria de Educação, abre na próxima segunda-feira (14), as inscrições para o processo seletivo simplificado destinado à contratação temporária de profissionais para atender excepcionalmente interesse público. A contratação será pelo Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), de acordo com o artigo 37, inciso IX da Constituição Federal e com base na Lei 8.295/12.

As inscrições serão feitas na sede da Secretaria de Educação, até quinta-feira (17), das 9h às 16h. As vagas são para professor substituto (120), mediador (50), motorista (12), instrutor de bandas e regente de coral (31), coreógrafo de banda (4), assistente de turma (220) e educador de monitoramento e acolhimento à criança – Projovem (8). As vagas são para profissionais de níveis fundamental, médio, técnico e superior. A remuneração varia de R$ 938,79 a R$ 1.537,00.

Os candidatos deverão apresentar no ato da inscrição, os documentos previstos no edital do processo seletivo simplificado nº 01/12, publicado no Diário Oficial do município desta quinta-feira (10). A seleção dos candidatos será realizada com base na experiência profissional na área. Os classificados serão convocados para entrevista.

— A contratação provisória vai atender a necessidade de reposição das aulas dos alunos, quando acontece o afastamento dos professores por licenças médicas, e aos programas federais — declara a secretária de Educação, Joilza Rangel Abreu.
Fonte: Secom Campos

Denúncia de problemas na rede elétrica da E.M. Conselheiro Josino



A Escola Municipal Conselheiro Josino vem enfrentando desde segunda-feira (dia 7) sérios problemas nas instalações elétricas da unidade, que colocam em risco a vida dos alunos, professores e funcionários. Os professores da escola afirmaram que tentaram contato com a SMEC e que a mesma não se posicionou a respeito do problema e nem mesmo dispensou os alunos, essa decisão foi tomada pelos próprios professores que temiam um curto circuito ou até mesmo um incêndio mediante a situação da rede elétrica da unidade escolar.


Os professores resolveram chamar novamente a Ampla, que já tinha ido na parte da manhã na unidade, para tentar resolver a situação.

Segue abaixo, cópia da ata da E.M. Conselheiro Josino, onde está registrada toda a ocorrência.

Clique na imagem para ampliá-la.

 

10 de maio de 2012

ATENÇÃO EDUCAÇÃO MUNICIPAL!!!


ATENÇÃO!!
O SEPE CONVOCA A CATEGORIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PARA UMA ASSEMBLEIA NO DIA 16/05, ÀS 17 HORAS, NA SEDE DO SINDICATO, SITUADA NO ED.NINHO DAS ÁGUIAS, SALA 513/514.
OUSAR LUTAR.OUSAR VENCER!