15 de setembro de 2010

Onde irão estudar os alunos da rede municipal de Campos, contemplados pelo Programa Mais Educação?

Do blog Dignidade Campos


Mais dinheiro nas escolas municipais com o Programa mais Educação



No site da PMCG consta matéria que o município aderiu ao Programa Mais Educação do governo Federal e oferecerá em 32 escolas atividades em tempo integral, com aulas de reforço, práticas esportivas, teatro, dança e aula de música, alunos das escolas municipais que estavam ou estão com baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Pois bem, esperamos que o município realmente tenha aderido ao Programa Mais Educação, objetivando melhorar a qualidade da educação aos munícipes e não apenas para aumentar os recursos financeiros repassados do governo federal ao município. Segundo as más línguas, algumas escolas inseridas no programa poderão receber R$ 70.000,00 mensais.
O que deixa este blogueiro meio “encucado” e muito desconfiado, é que o município sem oferecer aulas em tempo integral, já tem um déficit de mais de 7 mil vagas aos alunos tendo que recorrer as escolas privadas através de convenio de bolsas para suprir a demanda.
Onde estes alunos que serão contemplados pelo Programa Mais Educação irão estudar em tempo integral, já que o município não construiu escolas para suprir a demanda?
Mesmo com atividades diferenciadas, os alunos precisarão de espaço para o desenvolvimento dessas tarefas, ou não?
Quem serão os profissionais que estarão atuando neste programa e de que forma foram selecionados?
Como em Campos parece que tudo se transforma em “instrumento”, massa de manobra nas mãos dos politiqueiros, não é de se estranhar que esses monitores que serão selecionados para trabalhar no projeto ampliem o curral eleitoral.
O risco é de que, mais um a vez, a educação seja usada como área de influência política/ partidária elucidando os antigos tempos do voto de cabresto, já que esses monitores, de acordo com o que sugere o programa, deverão ser pessoas da comunidade, provavelmente, sem possuem vínculo empregatício com a prefeitura, o que torna viável a “política da troca de favores”.
Contudo, esperamos que essa seja apenas uma análise hipotética que não venha a se concretizar, jogando a educação do município em segundo plano em detrimento de causas políticas.

10 de setembro de 2010

DIA 16 É DIA DA MARCHA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA DAS REDES MUNICIPAL E ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO, COM PARALISAÇÃO DE 24 H

LEMBRANDO QUE NESTE MESMO DIA HAVERÁ UMA ASSEMBLÉIA DA REDE MUNICIPAL DE CAMPOS, ÀS 17H, NO EDIFÍCIO NINHO DAS ÁGUIAS.

Por Adolfo

As redes do Estado e do Município do Rio de Janeiro fazem paralisação dos
trabalhos durante o dia 16/09, quinta-feira. Neste dia, ocorrerá a
Marcha em Defesa da Educação Pública, com concentração marcada para 11h
na Candelária, de onde os profissionais de educação sairão em passeata
até a Cinelândia.

As redes aprovaram esta paralisação nas suas últimas respectivas
Assembleias. Professores e funcionários da rede estadual continuam em
luta por melhores salários e pela qualidade da educação pública, contra
a desvalorização profissional, a privatização e sucateamento da rede
levadas a cabo pelo governo Cabral/PMDB. Na rede municipal, o que
continua a ser o eixo da mobilização é a luta contra o Projeto de Lei
Complementar 41, apresentado pelo governo Paes/PMDB, que pode ser
votado em breve. Vamos lutar e resistir para que o governo recue em
suas intenções de precarizar a aposentadoria dos servidores municipais.
(1)

Precisamos lutar para defender a dignidade das condições de trabalho dos
profissionais de educação, considerando-se a relação direta entre as
condições de trabalho e a possibilidade de realização de uma educação
com qualidade, ou seja, uma educação pública que não figure entre as
piores do país como ocorre atualmente, o que demonstram os recentes
índices de IDEB e ENEM.

Somente a nossa luta pode transformar a realidade da educação pública no Rio de Janeiro! Vamos assumi-la!

6 de setembro de 2010

DIA 16 DE SETEMBRO, ÀS 17 HORAS, NA SEDE DO SEPE CAMPOS VAI ACONTECER UMA ASSEMBLÉIA DA REDE MUNICIPAL. EDIFÍCIO NINHO DAS ÁGUIAS SALA 514

A PROFESSORA VERA LÚCIA E TODOS(AS) PROFESSORES DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CAMPOS QUEREM SABER

E-MAIL ENVIADO AO BLOG DO CLÁUDIO ANDRADE

"
Exmo Sr Presidente,

Venho solicitar que haja uma invetigação sobre o FUNDEB de minha cidade, pois sou professora e NUNCA vi o referido no meu contra cheque. Além disso fiz concurso para Educadora de Creche e \trocaram\ minha nomenclatura para professor II 35hs à revelia; isso pode ser feito?

Já apelei para as autoridades aqui do meu município, mas nada informam! Nós, professores estamos chegando a conclusão que EDUCAÇÃO INCOMODA! Me responda por favor Atenciosamente,"

Vera Lúcia Gama Cardoso

SERÁ???

DO BLOG DIGNIDADE

Caso se concretize a mudança a frente da Educação municipal, onde segundo as más línguas dizem que é o cumprimento de um “acordo” que elegeu novamente Nahim presidente da câmara municipal, dando o direito de continuar prefeito interino de Campos, a nova secretária de educação terá que mostrar a categoria que faz parte e “diz” representá-los, que seu discurso “sindicalista” não mudou conforme seus interesses. Terá que esclarecer tudo que a mesma cobrava e denunciava referente às ações deste governo envolvendo a educação do município.
Será que a nova secretária de educação terá a coragem de contrariar seu novo chefe? Terá coragem de esclarecer onde anda o dinheiro do Fundeb, que a categoria não viu até o momento? Terá coragem de reabrir as escolas fechadas por este governo, ação que foi tão criticada pela mesma? Terá coragem de bater de frente com os vereadores que fazem da educação uma negociata para empregar seus afilhados, para implantar eleições diretas para diretor de escolas? Terá coragem de não renovar o contrato com a Expoente (empresa terceirizada), que está coordenando a área pedagógica, entregando novamente esta área aos pedagogos do município que são os que realmente conhecem o CAOS da educação em nosso município? Terá coragem de acabar com a terceirização da merenda escolar? , etc...
Ou será que a nova secretária de educação esquecerá seus discursos e seguirá a cartilha de seu novo chefe, mostrando a todos que o que interessa é usar a categoria para seus objetivos pessoais?
Qual será a postura de seu grupo dentro do sindicato (SEPE) em defesa da categoria?
Pelo visto, parece que a nova secretária de educação será fritada em fogo alto, para que rapidamente a categoria exclua de vez a mesma como opção de voto em um próximo pleito.

Como dizia minha avó, quando acaba o carnaval é preciso tirar a máscara.

PRORROGAÇÃO DO PRAZO DO CONCURSO

Sepe: Prorrogação do prazo do concurso de 2008 em pauta
folha on line
A prorrogação do prazo do concurso na área da Educação realizado em 2008 será discutida entre o Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) e o prefeito interino, Nelson Nahim nas próximas semanas. De acordo com o diretor de imprensa do sindicato, Amaro Sérgio, a reunião está marcada para daqui há 15 dias e outros assuntos serão debatidos, como o número de funcionários terceirizados na Educação, inclusão de categorias que ficaram de fora do plano de Cargos e Salários, entre outros problemas. A extensão do prazo do concurso da Educação de 2008 foi solicitado judicialmente em março, depois da prefeitura ter negado o pedido de prorrogação do sindicato.

— Entramos na justiça com o pedido de prorrogação do concurso, pois sabemos que há áreas com funcionários terceirizados e que tinham aprovados neste concurso que não foram convocados. Como houve mudanças na prefeitura, vamos busca um novo entendimento e abrir negociação, pois queremos resolver isso o quanto antes e de forma pacifica — explicou Amaro Sérgio.

2 de setembro de 2010

Nova Tentativa de Negociação

O SEPE está marcando uma audiência com o atual Prefeito Nelson Nahim com o objetivo de fazer andar a nossa pauta que antes foi até conversas com os secretários de Administração e Educação que fluíram bem até certo ponto, mas por falta de participação direta da prefeita anterior Rosinha Garotinho ( Que nunca nos recebeu ) não se concluíram .
Nas reuniões passadas os maiores pontos de conflito ficaram quanto a falta de prorrogação da validade do concurso 2008, o fechamento de escolas na zona rural e a falta de eleições para diretores de escolas.
Assembléia em 16 de Setembro na sede do Sindicato 17 horas
( Edifício Ninho das Águias, 5º andar, sala 514 )

Venceremos!
Prof. Amaro Sérgio Azevedo
Diretor do SEPE

Convocação de Assembléia

O SEPE convoca os profissionais da rede municipal de educação (professores e outros profissionais da escola) para assembleia em 16 de Setembro/ 2010, 17 horas na sede do sindicato:
Edifício Ninho das Águias 5º andar, sala514 (Praça São Salvador).
Pauta:
Concurso de 2008 e pendências sobre o plano de cargos e salários.

Prof. Amaro Sérgio Azevedo
Diretor do SEPE

26 de agosto de 2010

RESPONDENDO AO PROFESSOR FÁBIO

O blog nalutapelaeducacao...recebeu um comentário do Professor Fábio sobre quantitativo de alunos na sala de aula e cita a portaria que o regula.

Este assunto é do interesse de toda a categoria da educação de Campos já que é impossível aferir qualidade à educação com salas superlotadas e em condições físicas, em sua maioria, precárias.

Além da portaria de 2002, o Plano Municipal de Educação aprovado em dezembro de 2009 também trata do assunto. O que falta até então são dispositivos para cobrar a sua aplicação, haja vista a maneira casuística com que a educação é tratada em nosso município. Prova irrefutável disso é o PCCS aprovado na mesma data que precisa passar por uma revisão geral.

Tanto o PME como o PCCS estão na pauta de prioridade do SEPE que em meio ao troca-troca de prefeitos espera marcar uma audiência com o prefeito interino Nelson Nahin para tratar do assunto.


“De acordo com a portaria 11, de 23 de dezembro de 2002, da secretaria
municipal de Educação, que estabelece o quantitativo de recursos
humanos para as unidades escolares, é possível agrupar até 35 alunos
em turmas do 6º ao 9º ano, e até 30 alunos em turmas do 4º e 5º anos.
Do 1º ao 3º ano de escolaridade este quantitativo cai para 25 alunos
por turma.” (Retirado de
http://www.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=18564)

SEPE NA JUSTIÇA PARA PRORROGAR CONCURSO

matéria ne edição de hoje no Jornal Folha da Manhâ


Após ter o pedido negado pela Prefeitura de Campos para a prorrogação do prazo do concurso na área da Educação realizado em 2008, o Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado (Sepe) entrou com uma ação na Justiça para a extensão do prazo e ainda espera a decisão. Enquanto isso, a categoria deve marcar uma reunião com o prefeito interino Nelson Nahim para tratar do assunto, conforme informou o diretor de imprensa do Sepe, Amaro Sérgio Azevedo. “Como houve mudanças na Prefeitura, quem sabe desta vez conseguimos conversar e abrir negociação”, disse.

Segundo Amaro, o pedido de prorrogação foi negado às vésperas da expiração do prazo, no dia 31 de março, porém o edital prevê a possibilidade de prorrogação por mais dois anos. Logo depois, a categoria teria entrado na Justiça e aguarda julgamento da ação que tramita há cinco meses. Ele adiantou que o Sepe deve convocar uma assembléia no próximo mês, quando diversos pontos serão postos em debate: o plano de cargos e salários, que, segundo Amaro, contém distor-ções, e a contratação de professores feita pela Prefeitura em detrimento dos concursados. Ele acrescentou que há uma necessidade de contratação de cerca de 500 profissionais.

A aparente morosidade do andamento desse processo foi questionada pelo leitor da Folha Online, do Grupo Folha, Alecsandro da Silva Viana.

A secretária de Educação, Joilza Rangel, e o secretário de Administração, Fábio Ribeiro, explicaram que o concurso não foi prorrogado devido ao preenchimento de todas as vagas oferecidas e em função da carga horária, prevista no edital, de 25 horas, ser inferior à de 40 horas determinada pelo Conselho Nacional de Educação. Eles lembraram, ainda, que é preciso cumprir os critérios da Lei de Responsabilidade Fiscal e que benefícios foram concedidos à categoria como o Plano de Cargos e Salários, além de in-vestimentos que atendem à população nesta área como o Programa Saúde na Escola, Bolsa de Estudos, aquisição de novos uniformes e material didático, além de reforma e construção de creches e escolas.

Em relação aos casos de afastamentos temporários, como os de licença médica e maternidade, eles afirmam que geram carências pontuais e não vagas reais, e têm sido tratados com intervenções administrativas previstas. Entre elas a relotação de profissionais.